22
Jun

A família e as redes sociais

22 junho de 2016 às 17:48
Facebook, whatsapp, blogs, instagram, twitter,  youtube, flickr, badoo, google+, linkedin e tantos outros nomes que a gente não sabe que existem.
 
Antigamente só tinha o Orkut. Quem se lembra do Orkut? Era uma novidade.
 
Pois bem, como podemos conviver com as redes sociais? Até que ponto as redes sociais podem beneficiar e atrapalhar os relacionamentos familiares? Como podemos usar as redes sociais a nosso favor, isto é, para fortalecer a família?
 
Já convivendo com as redes sociais e observando muitos comportamentos, atrevo-me a pontuar alguns conselhos para que as redes sociais venham contribuir para o fortalecimento familiar.
 
1 – Cuidado com as fotos nas redes sociais
Tenho visto muitas pessoas expondo fotos, especialmente de crianças, nas redes sociais. As imagens postadas nas redes correm o mundo e podem ser usadas para fins perniciosos. Portanto, muito cuidado com as fotos que você posta nas redes, especialmente aquelas que podem usadas por pedófilos.
 
2 – Não discuta assuntos familiares nas redes sociais
 
Redes sociais são para falar de coisas amenas. As conversas de temas mais delicados devem ser conversados pessoalmente. Tenho visto muitas famílias em verdadeiro pé de guerra por opiniões postadas no whatsapp, especialmente. Tenho visto pais e filhos travarem uma verdadeira briga nas páginas do Facebook. Isto em nada edifica a família.
 
3 – Use as redes sociais para aproximar os distantes, mas sem se esquecer daqueles que estão próximos.
 
Alguém já disse que as redes sociais aproximam os distantes, mas afastam aqueles que estão próximos.
É verdade! Quantas vezes estamos “conversando” com um parente que está num outro continente, mas esquecemos de dirigir uma palavra ao parente que está do nosso lado.
Já vi casais e famílias inteiras, em restaurantes, onde todos os membros estavam conectados no whatsapp e nenhuma voz se ouvia.
 
4 – Subjugue os celulares
 
Todas as mídias sociais estão nos celulares, através dos aplicativos.
Conheço um chefe de família que instituiu a “caixinha dos celulares”. O que é isto?
A caixinha dos celulares nada mais é que uma caixa de sapato onde são colocados os aparelhos dos membros da família quando estes chegam para o almoço da família. Não é uma boa prática?
 
5 – Use as redes sociais para a edificação da família.
Muita imoralidade, pornografia, fofocas e maledicências são veiculados nas redes sociais. Procure filtrar o que você recebe. Não passe apressadamente um texto sem antes verificar sua procedência e veracidade. Não permita que sua família seja uma propagadora de imoralidade, mentiras e boatos.
Use as redes sociais para promover a paz, a edificação mútua compartilhando mensagens inspirativas e abençoadoras.
Tenho visto muita coisa boa nas redes sociais, como orações, mensagens de textos edificantes e orações.
 
6 – Não permita que as redes sociais roubem o seu tempo
Com o advento das redes sociais, muito tempo é dedicado digitando, vendo vídeos que são transmitidos. Vigie para que as redes não roubem seu tempo da leitura de bons livros, especialmente da Bíblia, a Palavra de Deus.
 
22
Jun

As cinco linguagens do perdão

22 junho de 2016 às 17:38
O perdão é a capacidade de relevar a ofensa, zerando a dívida que alguém tinha conosco. O Senhor Jesus nos ensinou sempre a perdoar, a tratarmos os outros com amor e não resistirmos ao perverso. O perdão é a capacidade de restaurar relacionamentos quebrados pelo ódio, incompreensão, ressentimento, rejeição e inveja. Diante desta realidade, é preciso destacar as cinco linguagens do perdão que, certamente, nos ajudarão em nossos relacionamentos. São cinco verbos que devem ser conjugados diariamente.
 
A primeira linguagem é esquecer. É possível relevar o agravo. Quando perdoamos, não mais nos lembramos negativamente do mal que nos fizeram. Este não tem mais preponderância para nós. Não mais nos acompanha. Não é mais peso para nós. É muito saudável liberar perdão. O ato de perdoar está ligado à obra de Cristo na cruz e na ressurreição. Lá da cruz, Ele nos perdoou: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem. Então repartiram entre eles as suas roupas, tirando sorte sobre elas” (Lc 23.34).O perdão de Jesus é incondicional. Esta é a base para o nosso perdão. O que isto significa? Quando estamos crucificados com Cristo perdoamos com o Seu perdão. Esquecemos a ofensa e lembramos sempre de amar a pessoa que nos ofendeu. Esquecer o agravo e lembrar sempre de amar o próximo com o amor do Senhor. Alguém disse: “Perdoe ou pereça”.
 
A segunda linguagem é encorajar. Devemos sempre encorajar, motivar os que nos ofenderam. Todos aqueles que foram perdoados, recebem  uma palavra de encorajamento. Na verdade, o próprio perdão é um encorajamento para restaurar o ofensor. O Senhor é o nosso encorajador sempre. Ele está perto, muito perto, de todos os que O invocam e o fazem em verdade. O encorajamento renova as forças e ajuda na caminhada cristã. Ajuda-nos a não repetir o erro. O Senhor Jesus  disse à mulher que foi pega em flagrante adultério: “Vai e não peques mais” (João 8.11).
 
A terceira linguagem é restaurar. O Senhor é especialista em restaurar. “Ele dá força ao cansado e fortalece o que não tem vigor. Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os moços cairão, mas os que esperam no Senhor renovarão suas  força; subirão com asas como águias; correrão e não se cansarão; andarão e não se fatigarão” (Is 40.29-31). Experimenta restauração quem crê na suficiência de Jesus Cristo, nosso Salvador e Senhor. Uma pessoa alquebrada pelo perdão é restaurada em Cristo Jesus. Foi assim com o filho chamado pródigo. Ao voltar para casa arrependido, o pai o recebeu com amor, dizendo aos seus servos: ”Trazei depressa melhor roupa e vesti-o; ponde-lhe o anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também o melhor bezerro e matai-o; comamos e alegremo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu; havia se perdido e foi achado. E  começaram a se alegrar” (Lc 15.21-24). Esta é a atitude do Deus de amor que nos perdoou e nos salvou em Cristo Jesus.  Onde o perdão é liberado, a restauração, o amor, a alegria, a paz e a humildade são abundantes. O perdão é um remédio eficaz na cura de relacionamentos doentios. É a reconstrução da ponte destruída pela ira, pela amargura e pelo ódio.
 
A quarta linguagem é desafiar. A pessoa que perdoa e a perdoada devem andar juntas no projeto de Deus de viverem relacionamentos saudáveis para o testemunho do evangelho. O Reino de Deus é um reino de amor e perdão; graça e misericórdia; verdade e justiça.  Quando aceitamos o desafio do perdão, nós crescemos. Desafiar é motivar, buscar a excelência, vencer limites e atingir o alvo com consciência de missão. Aquele que perdoa e o que é perdoado são desafiados a sempre agirem com o amor de Cristo.  O desafio é duplo: pedir perdão e perdoar. Jesus ensinou o grande desafio de perdoar 70X7. Muito além da tradição e do legalismo. A pessoa que experimenta o perdão tem sempre o desafio de perdoar.
 
A quinta linguagem é quebrantar. Quando se perdoa e se recebe o perdão acontece o quebrantamento. O Senhor não despreza o coração quebrantado e contrito. Esta foi a experiência de Davi quando pecou e foi confrontado pelo Senhor através do profeta Natã. O Salmo 51 é uma preciosa peça de arrependimento e confissão do rei Davi.   A pessoa cujo coração é íntegro, que reconhece o seu pecado em profundo arrependimento, agrada ao Senhor. O Senhor não despreza um coração quebrantado e contrito (Sl 51.17). Para que haja perdão, as pessoas envolvidas devem estar humilhadas diante de Deus.  
 
Essas cinco linguagens do perdão fazem parte do vocabulário do cristianismo autêntico. O amor é o oxigênio do Reino de Deus. O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta e jamais acaba (1 Co 13.4-8). Ao conjugarmos o verbo amar, o perdão é uma resultante natural. Só perdoa verdadeiramente quem conhece o amor de Cristo, Aquele que nos perdoou na cruz. Crucificados com Ele, perdoamos incondicionalmente. Fomos perdoados para perdoarmos sempre. Na oração do Pai Nosso, o Senhor Jesus nos ensina: “perdoa-nos as nossas dívidas, assim como também temos perdoado aos nossos devedores” (Mt 6.12). Paulo, o apóstolo, nos ensina: “Pelo contrário, sede bondosos e tende compaixão uns para com os outros, perdoando uns aos outros, assim como Deus vos perdoou em Cristo” (Ef 4.32). Então, vivamos as linguagens do perdão que vem de Deus.
 
Pr. Oswaldo Luiz Gomes Jacob 
Pastor da Segunda Igreja Batista em Barra Mansa – RJ
Colunista do portal adiberj
pitzerjacob@gmail.com  
22
Jun

As cinco linguagens do amor

22 junho de 2016 às 17:27
Sentir-se amado é um anseio de todas as pessoas. Mas nem sempre a forma como demonstramos nosso amor por alguém é a forma como aquela pessoa se sente amada. Isso por que cada um tem uma linguagem de amor e por isso precisamos conhecer uns aos outros na família, nas amizades, no romance a fim de corresponder com o amor que as pessoas esperam. Analise os casos a seguir:
 
“ Kelen gostaria que sua mãe tivesse mais tempo para conversar com ela, mas ela está sempre ocupada demais.” A mãe de Kelen pensa que o fato de fazer as coisas como cozinhar, dar roupas e presentes para filha é o suficiente para demonstrar seu amor.” A mãe de Kelen esperava que ela ajudasse mais com as atividades domésticas e se sente, em algumas vezes desvalorizada pela filha”.
 
“Sandra é uma mulher que ama o romantismo, principalmente ser elogiada pelo esposo, mas ele dificilmente expressa alguma palavra de amor, pois em seu entendimento o fato de dar a provisão da casa é o suficiente para demonstrar o seu amor. Sandra se sente desvalorizada e seu marido insatisfeito porque ela estava sempre indisposta a ter um momento íntimo com ele.”
 
Os dois casos são fictícios, mas retratam a falta de correspondência entre as formas de amar das pessoas. O amor é real em ambos os casos, mas a forma de demonstrá-lo não corresponde ao que o outro espera e precisa para se sentir amado. Enquanto Kelen só queria um TEMPO DE QUALIDADE com a mãe, esta por sua vez respondia com SERVIÇO E PRESENTES. Enquanto Sandra precisava de PALAVRA DE AFIRMAÇÃO, seu marido sentia necessidade de TOQUE FÍSICO.
 
Gary Chapman, escritor cristão classifica 5 linguagens de amor, sendo elas:
 
TEMPO DE QUALIDADE:ter um tempo a sós, sem pressa, para conversar ou mesmo para ficar juntinhos em silêncio. Ouvir e ser ouvido com atenção e participação, muitas vezes é a maneira mais importante de uma pessoa se sentir amada.
 
PRESENTES:ao ganhar um presente a pessoa se sente realmente valorizada. Ela faz questão de ser lembrada no seu aniversário, ou quando alguém querido viaja pede para lhe trazer a lembrancinha. Se algum dia ficar sem o presente da pessoa querida, se sente “sem chão”.
 
SERVIÇO: a pessoa se sente amada quando se faz algo por ela, uma comida, levá-la em algum lugar, arrumar a bagunça da casa.
 
PALAVRAS DE AFIRMAÇÃO:a pessoa tem necessidade de ouvir suas qualidades pela pessoa querida. Cada palavra soa como um refrigério na sua alma e a motiva muito.
 
TOQUE FÍSICO:a pessoa tem a necessidade de abraçar e ser abraçada, tocar, beijar.
 
Nesta manhã, ao abrir meu facebook, visualizei uma linda mensagem do meu noivo, dizendo o quanto eu sou importante para ele e o quanto ele me ama... As palavras dele foram mais importantes do que qualquer tempo que pudéssemos estar juntos, ou qualquer presente ou até mesmo qualquer outra coisa que ele pudesse ter feito por mim. Me senti muito amada e isso me fez quase explodir de alegria, pois sei que não é o natural dele se expressar assim, mas por saber que essa é a forma que eu me sinto amada, ele fez um esforço.
 
Com meus pais, por exemplo, percebi que a melhor maneira deles se sentirem amados é quando eu os  sirvo, seja nas atividades empresariais deles ou domésticas, então passei a me esforçar para demonstrar meu amor da forma que eles se sentem amados, mesmo que não seja o que eu gosto de fazer sempre.Quando amamos alguém de verdade, esse amor transborda e nos leva a demonstrá-lo da melhor forma que aquela pessoa possa captar. Isso traz só benefícios para a relação e nos torna mais felizes.
 
Precisamos conhecer a linguagem de amor uns dos outros e amá-los, não da forma que achamos que tem que ser, mas sim da forma como eles verdadeiramente se sentiriam amados, para que assim seja.
 
Talvez o que você precisa é ajustar a sua linguagem de amor com a do outro e assim não haverão mais desentendimentos. Não dá para ficar cobrando amor, mas é possível, num momento mais tranquilo expor aos outros como você se sente amado e também perguntá-lo, como ele gostaria de ser amado. Sem cobranças, sem pressão, sempre tentando olhar para as necessidades do outro.
 
22
Jun

O trauma da infidelidade conjugal

22 junho de 2016 às 16:15
Tive o privilégio de prefaciar o livro “Vencendo os traumas da infidelidade”, impresso no Brasil pela Editora Palavra. Tenho a certeza de que este livro tem sido uma bênção para os casais evangélicos brasileiros
 
De que o adultério está presente entre muitos membros de igrejas evangélicas, todos nós sabemos. Mas que existem casais dispostos a compartilharem com outros irmãos na fé suas dores, lutas, feridas e vitórias é uma surpresa agradável e saudável.
 
É o que casal Gary e Mona Shriver, com ousadia fizerem ao escrever o livro prefaciado por mim para a edição brasileira.
 
Ao ler o livro “Vencendo os traumas da infidelidade”, percebi, mais uma vez, que o mesmo Deus que restaurou a integridade de Davi é o mesmo que curou e tratou da dor causada pelo adultério no casal Shriver e está disposto a tratar, curar e restaurar muitos casamentos em nosso país.
 
A leitura do livro falou ao meu coração. É um livro não somente para os casais que experimentaram ou estão vivenciando a dor causada pela infidelidade de um dos cônjuges, mas para todos aqueles que desejam manter um casamento sem a nódoa causada pelo adultério e para aqueles que desejam usados por Deus para ajudarem os que estão lutando pelos seus casamentos.
 
Quando terminei de ler o livro pensei em muitos casais do meu conhecimento que experimentaram a dor da infidelidade e não tiveram uma ajuda para superarem o trauma da traição conjugal. Mas agora, com “Vencendo os traumas da infidelidade” poderão ser ajudados na difícil, mas plenamente possível tarefa de reconstruírem seus casamentos.
 
Gary e Mona não são nomes conhecidos em nossa cultura. Mas fico pensando em casais como João e Maria, Márcio e Marta, Pedro e Adriana, Paulo e Cristina (nomes fictícios) que vivenciam ou vivenciaram essa realidade em nossas igrejas e ao lerem o livro “Vencendo os traumas da infidelidade” poderão se encher de esperança e acreditarem que é possível restaurar um casamento.
 
Depois de ler o texto em português, extraí as seguintes lições para minha vida.
 
A primeira, é que ninguém está imune ao adultério (1 Co 10.12). Quando estava lendo o livro acessei a internet e pude visualizar os rostos dos autores. São pessoas de carne e osso. Gente como Elias, Davi, você e eu (Tg 5.17). Gente que só pode resistir às tentações sexuais confiando única e exclusivamente na graça de Deus (2 Tm 2.1).
 
Também me lembrou de que Deus não deseja que o divórcio seja a primeira opção para casais que experimentam essa triste realidade. Lembrou-me que o ministério da reconciliação deve ser sempre buscado (2 Co 5.18).
 
Deus falou ao meu coração também no sentido de que uma relação sexual ilícita, embora seja perdoada e curada por Deus, deixa uma cicatriz profunda na história de um casamento e que só é possível continuar nele com muito diálogo, ajuda, lágrimas, perdão e, acima de tudo, com a graça de Deus.
 
O livro poderá ser uma bênção para a igreja evangélica brasileira pois poderá servir de apoio para casais que enfrentam a dor da infidelidade. Se, como igreja de Cristo, desejamos ser com um verdadeiro exército, não podemos mais abandonar e deixar pelo caminhos os casais feridos pelo adultério. Gary e Mona tinham tudo para terminarem sua história com uma certidão de divórcio, mas Deus trabalhou em suas vidas e deram inicio ao ministério Esperança e Cura. É Deus transformando mais uma vez a maldição em bênção (Dt 23.5).
 
Por: Gilson Bifano
 
22
Jun

Os deveres do marido

22 junho de 2016 às 13:10
Se você é um marido que deseja fazer feliz sua esposa e agradar a Deus, preste atenção as recomendações abaixo.
 
1 – Ame sua esposa verdadeiramente
 
O apóstolo Paulo interessado no bem-estar dos casais fez uma recomendação muito sérias aos maridos, especialmente aos maridos cristãos (Ef 5.25, 28).
 
Como os maridos cristãos podem verificar que estão amando de fato suas esposas? Paulo dá algumas dicas:
 
Em primeiro lugar, um marido ama sua esposa quando se dá por inteiro ao casamento. Foi isso que Cristo fez por nós.
 
Em segundo lugar, um marido está amando de fato sua esposa, quando procura sua santificação (Ef 5.26,27). Um marido cristão, por exemplo, não leva pornografia para o leito conjugal, não ínsita sua esposa a se afastar de Deus.
 
Em terceiro lugar, um marido ama sua esposa quando procura o seu bem-estar em todos os aspectos: físico, emocional, social e espiritual (Efésios 5.29).
 
2 – Marido, priorize, nas suas relações sociais, o seu casamento
 
Esse é um dever importante. Foi por isso que Paulo escreveu Efésios 5.31. Lembre, marido: Depois do seu relacionamento com Deus, o relacionamento mais importante não que com sua mãe, pai e amigo, é com sua esposa.
 
3 – Marido, lidere sua esposa em amor
 
O apóstolo Paulo afirma que o marido é o cabeça da mulher (Ef. 5.23). Embora seja um texto rejeitado por muitos hoje, é bíblico. Liderar a esposa em amor significa que os maridos não serão, de forma alguma, déspotas, tiranos..
 
4 – Marido, viva com entendimento com sua esposa
 
Foi isso que o apóstolo Pedro, que era casado, recomendou em 1 Pedro 3.7. Para um marido viver com entendimento com sua esposa é preciso compreendê-la como pessoa, como mulher.
 
5 – Marido, valorize sua esposa
 
O apóstolo Pedro usa a expressão “com honra” (1Pd 3.7). Você, sabe, marido, o que é honrar? Honrar é valorizar, enaltecer. Um marido que ama a esposa está sempre expressando a si mesma, perante os filhos, parentes e amigos, o quanto ela é importante. Está sempre a cobrindo de elogios. Sempre enaltecendo os seus feitos.
 
6 – Marido, trate sua esposa com delicadeza
 
É o apóstolo Paulo quem diz mais uma vez aos maridos que não devem tratar suas esposas com amargura (Cl. 3.19). Não tratar com amargura significa ser cortês, bondoso e gentil. Suas palavras e gestos devem proporcionar à esposa o sentimento de que é amada. Você, marido cristão, se dirige á sua esposa com delicadeza ou é áspero em suas palavras? Você é um cavalheiro para com sua esposa?
 
Paulo escreveu essas palavras porque no seu tempo, na cultura grega, a mulher era tratada sem nenhum respeito ou consideração. O cristianismo veio impor uma nova conduta no relacionamento conjugal.
 
7 – Marido, satisfaça sua esposa sexualmente
 
Leia o que Paulo escreveu em 1 Coríntios 7.3. O que o apóstolo quis dizer quando usou a expressão “deveres conjugais”? Isso mesmo. A ideia é de que o marido não deve ser egoísta quando se trata de prazer sexual. Um marido que deseja obedecer as recomendações bíblica está atento e procura, dentro dos limites do respeito e da ética cristã da sexualidade, satisfazer a mulher sexualmente.
 
8 – Marido, agrade sua esposa
 
Se você se casou, saiba que um dos deveres do marido é agradar à esposa (1 Co 7. 32,33). Caso contrário, então permanecesse solteiro! Agora que está casado, procure agradar a Deus, em primeiro lugar. Um das maneiras de agradá-Lo é agradando sua esposa.
 
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Por: Gilson Bifano
22
Jun

7 hábitos que tornam você infeliz e incompleto

22 junho de 2016 às 11:55

A única maneira de ter uma vida feliz e realizada é vivê-la ao máximo, um dia de cada vez

Redação, Administradores.com

Fazemos muitas coisas para sermos felizes, mas não importa o que fazemos ou o quanto conquistamos, às vezes ainda nos sentimentos miseráveis e incompletos. Ser feliz não é apenas sobre fazer mais, mas fazer as coisas certas.

O site Lifehack listou sete coisas que você (provavelmente) não está fazendo e, por isso, se sente infeliz, miserável e incompleto na maior parte do tempo. Confira:

1. Você não descobriu seu propósito

As pessoas mais felizes e mais satisfeitas são aquelas que acordam sabendo o que vão fazer a cada dia. Elas sabem o que as deixa felizes, o que as excita e isso é o que dá sentido às tarefas do seu trabalho. Se você está se sentindo infeliz e preso ao seu trabalho é porque ainda não descobriu o que lhe move. Não tenha medo de fazer essa incrível descoberta e, se necessário, começar tudo de novo.

2. Você não sabe qual o seu potencial

Não importa qual seja o seu propósito, persegui-lo nem sempre é um mar de rosas. Haverá dias em que você não se sentirá com vontade de trabalhar, vai estar desanimado com seus resultados ou a falta deles e é por isso que as pessoas desistem de seus propósitos. Quando você sabe o que pode realizar, também é capaz de se esforçar para atingir o máximo do seu potencial, mesmo que apareçam os maiores obstáculos no caminho.

3. Você não está recebendo amor

Muitas pessoas se sentem infelizes porque procuram o amor e aprovação de outras pessoas. Elas buscam afirmação de chefes, colegas e outras pessoas. Elas procuram constantemente por amor nos lugares errados. Abra-se e receba o amor que já está disponível, e você vai perceber o quão abençoado realmente é. 

4. Você não está dando amor

Atletas e celebridades sempre recebem muitas demonstrações de amor de outras pessoas. Mas muitos deles caem em depressão e dependência. Mesmo no auge de suas carreiras, muitos atletas e celebridades se tornam infelizes. Por quê? Porque assim como balões recebem ar, eles recebem muito amor, até que simplesmente estouram. As pessoas não são projetados para apenas receber amor, mas também para dar amor. Elas têm uma profunda necessidade de fazer a diferença.

5. Você não assume responsabilidades

Costumávamos depender de nossos pais para decisões importantes em nossas vidas, como qual escola se matricular e qual rumo tomar. Dependemos até mesmo dos nossos chefes para nos dar direção para nossas vidas. Então, perguntamos por que se sentir miserável e culpar outras pessoas! Mas a realidade é que eles não assumem o controle de nossas vidas. Damos-lhes o controle. As pessoas felizes e satisfeitas tomam de volta o controle das outros pessoas. Elas pegam de volta a responsabilidade por suas vidas. Elas fazem suas próprias escolhas e as suas próprias decisões. Elas agem e vivem a vida que querem, não o que os outros querem viver. Não permita que ninguém ou nada possa impedi-lo de prosseguir com o seu propósito.

6. Você não consegue se livrar de crenças limitantes e responsabilidades auto-impostas

Na maioria das vezes, não são as outras pessoas que estão lhe impedindo de alcançar a grandeza dentro de você. Na maioria das vezes, é você que impede a si mesmo, desencorajando a conversa interior. Deixe de lado suas crenças limitantes. As coisas podem não ser tão fáceis como parecem ser. Mas elas não são tão duras como você acha que são. Você provavelmente irá ter sucesso no que tenta. É só tentar. Além disso, deixe de lado suas responsabilidades auto-impostas. O mundo tem muitos problemas, mas não é você que irá resolver todos eles.

7. Você não está focando no momento presente

Muitas pessoas são infelizes porque estão muito presas no passado ou vivendo muito longe no futuro. Elas estão presas em suas mágoas ou na glória do passado, se preocupando muito com as coisas que provavelmente não vão acontecer, ou com o futuro sucesso. Portanto, não podem desfrutar do que já têm. A única maneira pela qual você pode viver uma vida feliz e realizada é vivê-la ao máximo, um dia de cada vez.

20
Jun

Amor e ódio | Sentimentos de aproximação | Pr. Fernando Araujo

20 junho de 2016 às 23:18

Estudiosos, dos sentimentos e emoções humanas, as classificam nas mais diferentes formas. 
 
Há aqueles que apresentam o amor, o ódio, o medo e a culpa como sentimentos básicos. Amor e ódio são considerados como sentimentos de aproximação. A figura bíblica que se aproxima do seu irmão para tirar-lhe vida é Caim dominado pela fúria, conforme registra o livro de Gênesis 4. 1-8.